
Rubra, vermelha, rosada. Rosada não... Vermelha. Escarlate. Sangue. Brilhante, é a cor dos pêlos sobre seu corpo, dos seus fios de cabelo, do seu vestido voluptuoso. Maldosamente lasciva. Dolorosamente inevitável. Na penumbra, chega à espreita, num caminhar leve de pés descalços, em forma de luz, longe de dor. Num piscar de olhos. E aqueles olhos mudam, o olhar agora firme apodera-se de tudo. Sofrimento. Ela finge ir embora, diz adeus e de fato, chora. Tudo parece que vai mudar, uma transformação ocorrerá, e essa aparece em forma de sol, de sol poente, e nos seus últimos raios, quase ao anoitecer, vem com a lua a maldita dama ruiva. No seu cálice há sangue, o meu sangue.
Ja disse que seu talento é extremamente visível. Meninota de ótimas e bem colocadas palavras. Amei!
ResponderExcluirte amo Jubs
e Sucesso com o Blog!
bjj
Mil vezes obrigada, amore mio!
ExcluirTambém te amo
beijo beijo