
Que tal disparate é tu vieres a me cativar
Não percebes que a penumbra do teu olhar
Quanto mais longínquo e cálido
Mais os meus sentimentos rosados
Desgraçar-se-ão em voluptuoso estilhaço
Sangra-te!
É o que dizes para as flores que dei
Mas que doído,
Que doído e que benéfico
É o efeito do seu odiar em mim
Num farfalhar relampejante de saias e véus
Inócuos, não
Sangra-me!
É o que aconteces ao meu toque encontrar o teu
Sorrateiro, lascivo,
Do caráter mais imundo
Do mais puro
Que podes lançar
Lança-me
Sua alma lacerada pelos anjos vermelhos
Beijam-te as pupilas e
Ficas entregue a mim
Não percebes que a penumbra do teu olhar
Quanto mais longínquo e cálido
Mais os meus sentimentos rosados
Desgraçar-se-ão em voluptuoso estilhaço
Sangra-te!
É o que dizes para as flores que dei
Mas que doído,
Que doído e que benéfico
É o efeito do seu odiar em mim
Num farfalhar relampejante de saias e véus
Inócuos, não
Sangra-me!
É o que aconteces ao meu toque encontrar o teu
Sorrateiro, lascivo,
Do caráter mais imundo
Do mais puro
Que podes lançar
Lança-me
Sua alma lacerada pelos anjos vermelhos
Beijam-te as pupilas e
Ficas entregue a mim
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